Genericamente existem algumas características predominantes na maioria dos casos de avistamentos e interações com os OVNIS, os diferenciando significativamente de equivalentes ocorrências que poderiam ser admitidas como “normais” para nós, que há muitos anos vem se repetindo, conforme seguem.
a) Na quase totalidade os OVNIS não apresentam ruídos ou barulhos de quaisquer espécies em seus movimentos, sendo silenciosos em seus voos, aterrisagens e decolagens, mesmo quando instantaneamente acelerando de posição estacionária para velocidades inconcebíveis à nossa atual física, em situações que organicamente os nossos mais experientes pilotos não suportariam às variações das pressões resultantes (Forças G). Em algumas raras situações relatadas, emitem baixos ruídos, mais parecidos com discretos zumbidos.
b) Tem sido relatados diversificados formatos e características dos OVNIS nas visualizações. Geralmente predominam no formato circular, como parecendo “dois pratos inversamente sobrepostos”, razão de popularmente serem conhecidos como “discos voadores”. Entretanto, invariavelmente são também descritos em perfeitas formas triangulares, delta como bumerangues, alongadas como “charutos” ou o doce “tic-tac”, e de “plataformas” com acentuadas extensões no comprimento e largura, com razoável “espessura”. Na grande maioria se apresentam em voos na nossa atmosfera ou, em alguns casos, em pousos e decolagens na superfície. Entretanto, quando sobrevoando navios militares, geralmente municiados com armamentos bélicos nucleares, e perseguidos por caças de porta-aviões da mesma armada, os experientes pilotos militares surpreenderam ao relatar que os OVNIS também passavam de voos atmosféricos para instantâneos mergulhos marítimos, com sua luminosidade e/ou sombreamentos exibindo que também desenvolvem grandes velocidades quando submersos, em ocorrências observadas e confirmadas por alguns pilotos, também em visualizações simultâneas. Atualmente, em razão dessa particular condição e nesses casos, são também identificados como OSNIS, ou, Objetos Submersíveis Não Identificados.
c) Outra particularidade bastante frequente, nas noites principalmente, é apresentarem iluminações com vistosas luzes coloridas, às vezes “únicas”, mas geralmente alternando cores em diferentes e atrativas visibilidades.
d) Embora se deslocando com velocidades supersônicas, é frequente os OVNIS “se adaptarem” às velocidades de nossos aviões, para “tranquilamente” os acompanhar em diversificadas posições, parecendo aos espectadores que eles permanecem “parados” em relação à aeronave acompanhada. Não raro os objetos visualizados alteram rápida e “facilmente” essas posições relativas, girando sobre ou abaixo dos aviões para “trocar” de lado e/ou se posicionar acima, abaixo, na frente ou na traseira das aeronaves. Essas instantâneas alterações de posições costumam “surpreender” pilotos, tripulações e passageiros eventualmente também observando, em razão das velocidades, agilidades e precisão apresentadas.
e) Os deslocamentos aéreos dos OVNIS atingem velocidades incríveis em frações de segundos, ultrapassando todos os limites atualmente permitidos para nossas aeronaves. São surpreendentes as alterações nas atitudes de voo, quando instantaneamente passam de altíssimas velocidades para outras mínimas e/ou estacionárias, e inversamente. Para nós permanece a constatação de que, aparentemente, os OVNIS dominam e controlam as forças gravitacionais e eletromagnéticas do nosso planeta, com grande facilidade, eficiência e silêncio.
f) Quando nossos pilotos se aproximam bastante, por iniciativas dos objetos e/ou em voos de “perseguição”, não é incomum terem os instrumentos de bordo desligados e inoperantes, voltando ao normal quando se afastam. Mas, nunca relataram casos de “parada” de motores em voo. Entretanto, em proximidades na superfície, envolvendo carros próximos, invariavelmente as mesmas interferências ocorrem, às vezes até mesmo provocando o “desligamento” dos motores dos carros. Nossos especialistas entendem que provavelmente tais fenômenos são provocados por intensos campos eletromagnéticos originados dos OVNIS, sempre fazendo parecer que são acionados por controles opcionais dos seus operadores. Em alguns casos baixas contaminações radioativas são constatadas, em locais que aconteceram pousos ou significativas aproximações dos OVNIS. Às vezes também acontecem alguns danos a plantações e vegetais.
g) Quando “provocados”, não é raro os OVNIS “responderem” a sinalizações de forma coordenada, de modo “amigável”, mostrando que estão entendendo uma “comunicação visual”, quando à noite nossos observadores piscam luzes alternadamente, ou, quando na superfície, até mesmo acenando durante o dia, com equivalentes “respostas”.
h) Uma das curiosas e confirmadas constatações, em muitas ocorrências, é a característica de que os operadores dos OVNIS possuem facilidade para se manterem “invisíveis” aos monitoramentos dos nossos radares, de aeronaves e da superfície, mas às vezes “acontecendo” essa “visibilidade” eletrônica, parecendo que alternam essa utilização “quando querem” ou segundo seus eventuais interesses. Nas ocorrências noturnas também provocam suas “visualizações” ou “invisibilidades” por meio de “acender” e “apagar” totalmente suas luzes. Comprovadamente, várias ocorrências similares acontecidas durante avistamentos mostraram que eles “ouvem e compreendem” as trocas de mensagens faladas entre nossos pilotos e com nossos controladores de voo.
i) Embora os casos de avistamentos geralmente aconteçam com apenas um OVNI, não raro também acontecem com múltiplas unidades deles, em voos independentes e “desordenados”, ou, em algumas oportunidades, com vários realizando voos conjuntos coordenados, como esquadrilhas em curiosas formações, exibindo perfeição nas execuções das manobras.
Existem outras características que são frequentes e similares nos envolvimentos e interações de humanos com os OVNIS. É impossível aqui reproduzir todas, mesmo resumindo, vez que os acontecimentos detalhados são milhares, todos sérios, envolventes, convincentes e às vezes até mesmo complexos.
As ocorrências similares por todo o planeta permitem o entendimento de que os operadores dos OVNIS vem observando e acompanhando nossas ações e consequências, que nem sempre são de bons projetos e para aplicações salutares, principalmente quando significativo número de visualizações e interações acontecem predominantemente em áreas militares com atividades nucleares, sobre grandes navios de frotas militares armadas também com municionamentos atômicos, em áreas de testes de novos armamentos e de novas aeronaves bélicas sofisticadas e, com poucas, confusas e difusas divulgações, nos últimos anos também em avistamentos de ocorrências similares durante voos interplanetários próximos e/ou distantes da Terra, também nas proximidades das estações espaciais americana e russa, diversos confirmados publicamente por antigos astronautas americanos e cosmonautas russos, inclusive com alguns acontecimentos filmados e gravados por sondas espaciais automatizadas. Essas ocorrências no espaço interplanetário permitem considerar que também devem existir sérias visualizações de cosmonautas russos e taikonautas chineses, ainda mantidas em segredo.
Síntese de relatos diversos, descritos em livros e matérias confiáveis divulgadas na mídia.
Paulo Dirceu Dias
paulodias@pdias.com.br
Sorocaba – SP
Agosto de 2023